Sempre me cobrei muito em relação a afazeres e procrastinação. Inclusive, corpo mole é um dos aspectos que mais me irritam no outro e já me trouxe muitos dos problemas que já tive em relacionamentos com pessoas próximas.

Acostumei com aquela voz na consciência me enchendo de culpa quando acordo preguiçosa ou sem vontade de fazer as coisas. Acho que estou perdendo tempo. Fato é, sei bem quem incutiu isso na minha cabeça (acho que todos nós já estamos cientes do poder da sociedade cruel que vivemos), também sei quando toda essa pressa e imediatismo começaram (alô vida adulta), porém tem um certo tempo que esse padrão vem mudando em mim e de uma maneira muito pacifica, estou começando a aceitar tudo numa boa.

Essa urgência que nossa geração tem em ser sempre produtivo consegue causar um certo tipo de ansiedade na gente. A síndrome de “Burnout” está ai pra nos alertar sobre o perigo de não se permitir descansar a cabeça. Ninguém é 100% organizado, ninguém é 100% produtividade. Cada um encontra seu caminho pra alcançar o objetivo e terminar as tarefas e se durante o processo você precisar parar pra observar o céu, entenda como parte de tudo. A mente também se esgota, não se culpe por isso.

Então aqui vai o grito de liberdade: Está tudo bem não querer algo agora, assim como está perfeitamente ok passar a semana adiando coisas ou simplesmente não fazendo nada… Está tudo bem. Só lembre de um detalhe: tudo com moderação. O comportamento prejudicial está na frequência elevada da procrastinação, na autossabotagem. Não se engane ao permitir que você mesmo impeça sua evolução. Uma pausa é ok, uma pausa eterna já nem tanto.

Se apareceu por aqui e estiver procurando mais palavras de sabedoria, esse post sobre “O poder das palavras” também é legal. É isso, até a próxima!

Agatha


Foto: Avi Richards via Unsplash


Posted by:Agatha Chris

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